
”Ao ouvir o depoimento de Gabriel, o Pensador em
suas aulas de redação me veio à memória o tempo em que estudava, e tinha o
mesmo tipo de aula. Gabriel, não gostava das redações com temas livre, pois
tinha dificuldade em começar o tema. Tive uma experiência muito parecida
com o Gabriel: na escola, tinha mais facilidade em escrever com os temas
propostos, do que com temas livres, porém as minhas professoras sempre
incentivaram a escrita e a leitura, deixando-nos apresentar nossas produções.
Primeiro, cada redação era lida pelo autor; depois a professora recolhia,
corrigia e devolvia uma a uma. Ao devolvê-las pediam que lêssemos
silenciosamente com as correções e fizéssemos a sua reescrita. Em caso de
dúvidas poderíamos nos dirigir à mesa para esclarecimentos . Etapas,
riquíssimas, pois me sentia importante ao ler meu texto. Mais tarde, já na
faculdade, tive aula de literatura infantil, que me trazia muito prazer,
pois a estratégia utilizada pela professora Jô, era muito parecida com aquela
da minha infância, quebrando barreiras para a produção textual,
incentivando a leitura e o encanto por aprender a escrever".
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