quinta-feira, 6 de junho de 2013

"Professor Blogueiro"

                                                            

 Acredito que esta leitura ajudará o professor
 a pensar 
sobre as ferramentas
que pareciam tão...tão distante.



http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2007/08/03/423861/professor-blogueiro.html

domingo, 5 de maio de 2013

Plano de Aula


PLANO DE AULA
Tema: Tratamento da informação 
Público Alvo: 6ª série/7º ano
Objetivo Geral:
Desenvolver a competência leitora, capacidade de compreensão e contextualização dos mais diversos gêneros, tendo em vista a presença de diversos tipos de tabelas, gráficos, em jornais, revistas, livros e mídias em geral, assim como o raciocínio quantitativo e o pensamento em termos de relações e a variedade de suas representações, incluindo as simbólicas, as algébricas, as gráficas, as tabulares e as geométricas. Aplicar expressões analíticas para modelar e resolver problemas.
Objetivos Específicos:
H28 -Reconhecer situações que envolvam proporcionalidade. (GII)
H34 – Identificar e interpretar informações transmitidas por meio de tabelas (GII)
H35 – Identificar e interpretar informações transmitidas por meio de gráficos (GII)
Conteúdos:
Razão e proporção
Leitura e análise de gráficos e tabelas
Porcentagem
Justificativa:
Tendo em vista as necessidades do mundo atual de leituras e interpretações, é imprescindível ao aluno de 6ª série/7º ano conhecer e interpretar as informações que circulam nos diferentes meios, associando corretamente o conceito ao significado. Para tal, a linguagem dos gráficos precisa ser trabalhada.
Metodologia:
- Introduzir o conteúdo da história da matemática através de leitura, narrativa, interpretação de imagens.
- A partir da situação histórica apresentada, favorecer a construção da aprendizagem através de sequência didática, seguindo as metodologias abaixo: 
1ª aula – Dividir a sala em grupos produtivos, projetar em multimídia um gráfico de setores, observando título, legenda, fonte e dados porcentuais. Propor questões que nos possibilitem avaliar os conhecimentos prévios dos alunos e problematizar o conteúdo. Fazer a socialização das respostas dadas pelos grupos, as quais nos servirão também de avaliação diagnóstica.
2ª aula –(Recuperação) Planejar atividades para cada grupo de alunos que apresentaram as mesmas dificuldades (identificação/leitura de ângulos, proporcionalidade,  porcentagem – revendo cálculos básicos como 50%, 25%, 10%, 1%, operações com racionais, sistema de numeração, leitura de tabelas, etc.).
3ª aula – Apresentar o mesmo gráfico inicial e explorar a “aula essencial”.
Recursos:
Multimídia, transferidor, tabelas para retomar questões de proporcionalidade, círculos/semicírculos  em diferentes dimensões (para alunos com maior dificuldade em visualizar/comprovar que a medida do círculo, em ângulos totaliza  360º,  com o auxílio do transferidor)
Avaliação:
Observar como foi o desenvolvimento da 2ª e da 3ª aulas;
Propor aos alunos outros gráficos de setores que envolvam porcentagem para serem interpretados individualmente.
Pedir para os alunos que eles escrevam como chegaram a solução da questão, para que possamos trabalhar também o desenvolvimento da competência escritora.
Solicitar aos alunos que façam uma retrospectiva das aulas “O que vocês aprenderam durantes estas aulas?”.

Relatos Históricos da Porcentagem


Relatos históricos datam que o surgimento dos cálculos percentuais aconteceu por volta do século I a.C., na cidade de Roma. Nesse período, o imperador romano decretou inúmeros impostos a serem cobrados, de acordo com a mercadoria negociada. Um dos impostos criados pelos chefes romanos era denominado centésimo rerum venalium, e obrigava o comerciante a pagar um centésimo pela venda das mercadorias no mercado. Naquela época, o comércio de escravos era intenso e sobre as vendas era cobrado um imposto de 1/25 (um vinte e cinco avos).
Os cálculos eram feitos sem a utilização do símbolo de porcentagem, eram realizados de forma simples, com a utilização de frações centesimais. Por exemplo, na cobrança de um imposto no valor de 6/100 da comercialização, eles cobravam seis centésimos do preço do produto, isto é, dividiam o produto em cem partes iguais e pegavam seis partes, basicamente o que é feito hoje sem a utilização de calculadoras.
A intensificação do comércio por volta do século XV criou situações de grande movimentação comercial. O surgimento dos juros, lucros e prejuízos obrigou os matemáticos a fixarem uma base para o cálculo de porcentagens. A base escolhida foi o 100. O interessante é que mesmo com essa evolução, o símbolo que conhecemos hoje ainda não era utilizado pelos comerciantes. Muitos documentos encontrados e registrados apresentam uma forma curiosa de expressar porcentagens. Os romanos utilizavam os algarismos do seu sistema de numeração seguido de siglas como, “p cento” e “p c”. Por exemplo, a porcentagem de 10% era escrita da seguinte forma: “X p cento” ou “X p c”.
A crescente utilização da porcentagem no comércio e as suas inúmeras formas de escrita representacional originaram o símbolo que conhecemos hoje, %. Atualmente, a porcentagem é estritamente importante para a Matemática financeira, dando suporte às inúmeras movimentações financeiras, na representação do mercado de ações envolvendo as operações de compra e venda, na construção de gráficos comparativos, qualitativos e quantitativos, na constituição de alíquotas de diversos impostos entre inúmeras outras situações.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Percentagem
http://www.brasilescola.com/matematica/porcentagem.htm
Postado por Wesley Ribeiro às 22:54
http://www.brasilescola.com/matematica/historia-das-porcentagens.htm

sábado, 4 de maio de 2013

Existe poesia com matemática?


Poesia Matemática
Millôr Fernandes
Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.

Texto extraído do livro "
Tempo e Contratempo", Edições O Cruzeiro - Rio de Janeiro, 1954, pág. sem número, publicado com o pseudônimo de Vão Gogo.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Minha experiência com a escrita

Gostaria muito de socializar com vocês a minha experiência com a escrita.No ano de 1993 estava no primeiro ano do Ensino Médio e nunca fui fã de história e Geografia,mas neste ano tive uma professora de Geografia( Dona Leonor,infelismente ja falecida) que me fez gostar muito de geografia e de escrever.Nas aulas da Dona Leonor ela sempre trazia inúmeras maneiras de falar sobre o mesmo tema( jornais,revistas,documentários,textos diversos e de diversos generos,fotos ,mapas e o mais importante o seu conhecimento sobre o que ensinava),depois de ter trabalhado tudo isso conosco ela nos mandava fazer uma redação sobre o tema trabalhado e era essa nossa avaliação,estavamos tão por dentro do tema que escrever aquelas redações era como se eu falasse de algo que vivenciei realmente e não so um tema de sala de aula,depois ela corrigia cuidadosamente todas as redações e as melhores eram lidas para toda a sala e quem não tinha ido muito bem sempre tinha chance de refazer até que conseguisse aprender o que ela havia ensinado.Aproveito o momento para agradecer a essa professora que marcou minha vida e que sempre fará parte dela!!!!!!

Escrito por: SERGIO LUIZ ESTIMA ANTONIOL